r2castro

joined 2 years ago
[–] r2castro@lemmy.eco.br 4 points 5 months ago

Depende muito do contexto e ambiente, mas se você convive em espaços onde já sofre capacitismo, capaz de piorar mesmo. Se seus pais insistem que você use o cordão, é uma pena, mas você vai ter que seguir sua consciência mesmo que signifique desobedecer eles. O cordão é algo que você tem que decidir usar, e inclusive dependendo do contexto, decidir tirar também. Da mesma forma que não se tira alguém do armário à força, expor alguém contra a própria vontade assim é apenas outra forma de capacitismo mais passivo.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 4 points 5 months ago (1 children)

É um sinalizador de deficiência oculta como qualquer outro: serve tanto para facilitar tratamentos diferenciados em determinados serviços com menos constrangimento (ex.: cadeira amarela no ônibus), quanto para sinalizar a deficiência caso ela se torne relevante.

Conheci alguns autistas e ninguém precisou de etiqueta para (pelo menus eu) saber que era autista.

Parabéns, mas não é sobre você.

Na minha opinião (ninguém pediu)

Realmente.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 8 points 9 months ago (2 children)

Imagina quando descobrirem a panela de pressão.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 2 points 10 months ago

Os cara lá já viram a versão anterior desse "artigo" antes, tem aqui uma thread deles discutindo: https://lemmygrad.ml/post/988070

"Ciência" de dados é a frenología moderna.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 2 points 1 year ago (1 children)

Acabei de viajar e to tendo que me arrumar pra viajar de novo. Exausto. A boa notícia é que a vodka tá barata.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 3 points 1 year ago

É difícil, mas tem todo um mundo de cultura e comunicação que existe apenas em chinês na internet. Vale muito a pena.

 

Isso depois do YouTube derrubar a página do A Nova Democracia. Marquem minhas palavras, em 2026 vão derrubar até página de partido com registro eleitoral.

 

Bancos centrais e sistemas de pagamento europeus dependem de serviços prestados por empresas dos EUA

O governo holandês está alarmado com a controversa decisão da Microsoft de bloquear a conta de e-mail de Karim Khan, procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), sediado em Haia. Em resposta, as autoridades começaram a reavaliar a infraestrutura digital oficial e a explorar alternativas aos provedores de tecnologia dos EUA.

De acordo com o jornal holandês De Volkskrant, a suspensão da Microsoft ocorreu após sanções estadunidenses impostas pelo presidente Donald Trump em fevereiro, depois de o TPI emitir um mandado de prisão contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Como empresa dos EUA, a Microsoft cumpriu a política federal, efetivamente bloqueando o acesso de Khan às comunicações oficiais.

“Isso levantou suspeitas em todos os níveis do governo. Avaliações urgentes de nossa exposição digital estão em andamento”, disse um alto funcionário público, falando anonimamente ao De Volkskrant, observando que o incidente levou a reavaliações urgentes dentro do governo holandês.

Klaas Knot, presidente do banco central holandês (De Nederlandsche Bank, DNB), alertou nesta terça-feira que os principais sistemas nacionais dependem de tecnologias controladas no exterior. Mesmo instituições que parecem locais frequentemente dependem da infraestrutura básica de empresas estadunidenses, explicou ele, citando o iDEAL, o sistema de pagamento holandês, que depende de duas empresas dos Estados Unidos que representam mais de 60% do mercado europeu.

Knot também levantou preocupações sobre o setor de serviços em nuvem, observando que bancos, empresas e agências governamentais holandesas – incluindo o próprio DNB – armazenam dados confidenciais com provedores como Amazon, Google e Microsoft.

Busca por empresas locais

Em resposta, a demanda por provedores de nuvem nacionais aumentou. Ludo Baauw, fundador e CEO do Intermax Group, uma empresa de serviços em nuvem sediada em Roterdã, afirmou que pelo menos 10 instituições públicas importantes entraram em contato com sua empresa nas últimas semanas em busca de alternativas para reduzir sua dependência de plataformas americanas.

Baauw afirmou que a migração da infraestrutura da Microsoft pode levar de seis meses a três anos, dependendo da complexidade do projeto. Diversos departamentos governamentais estão profundamente inseridos no sistema da Microsoft, explicou ele, acrescentando que até mesmo as práticas de contratação tendem a favorecer candidatos com experiência em Microsoft, criando uma dependência de caminho difícil de reverter.

A Intermax agora está ajudando algumas instituições a armazenar backups de e-mail dentro das fronteiras holandesas para se proteger contra possíveis interrupções nos serviços da Microsoft, como interrupções no Microsoft 365, informou o De Volkskrant.

Agência Xinhua

[–] r2castro@lemmy.eco.br 2 points 1 year ago

A coisa mais linda do mundo seria fazerem uma versão 100% open source, do hardware aos modelos das peças de plástico. Hardware pra jogos já está saturado, então qualquer coisa que fizerem agora vai durar até o fim dos tempos.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 3 points 1 year ago

Banir o Twitter foi centrismo e conciliação, tem que banir a Google e a Mêta e também a Microsoft.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 6 points 1 year ago* (last edited 1 year ago)

Claramente não confio nesse "a lei proíbe", "obedecendo ordens", mas me parece um momento interessante pra se observar do fediverse. O próprio lemmy divulgava em seu site que sistemas federados eram "resistentes a censura", e dá pra ver isso na prática quando uma lei na Alemanha, ao invés de impactar todos os usuários, impacta apenas um servidor que é fortemente rechaçado no resto das redes.

Os usuários desse servidor podem facilmente pegar seus dados e se mudarem para instâncias que não protegem o regime genocida sionista de "israel", e que não são regidas pelas leis coloniais da Alemanha.

Um problema mais interessante e difícil de prever, é se uma instância hospedada na Alemanha poderia ainda assim ter problemas legais por conteúdo de outros servidores hospedado em cache e acessível através do feddit.org. Ou até caso a repressão se torne ainda mais violenta e o BMI demandar que, por exemplo, o DNS de sites estrangeiros seja bloqueado na Alemanha efetivamente isolando servidores locais da Grande Rede Federada.

Obviamente eu apoiaria bloquear qualquer servidor que bane conteúdo anti-genocídio, mas até pra própria sobrevivência do servidor deles eu acho que eles que terão que bloquear as outras instâncias.

É um momento bom para observar se como o fediverse lida com política e repressão na prática.

Edit: fizeram um segundo post

 

Sim.

 

O programa espião ["israelense"] foi usado para monitorar mais de 1 mil indivíduos de dezenas de países em 2019.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 4 points 1 year ago (1 children)

E finalmente tá no F-droid. Glória!

[–] r2castro@lemmy.eco.br 5 points 1 year ago

Nem é que eu não consegui gerar lucro não, é que a gente decidiu não gerar lucro mesmo.

[–] r2castro@lemmy.eco.br 1 points 1 year ago

Been using linux exclusively for at least 5 years, as the main OS for 10 years. The only time I remember the graphics driver breaking by itself, without me trying to do something dumb, was some 8 years ago with Ubuntu. This is not a problem anymore, with either Debian- or Arch-based distros.

 

If you bought your computer after 2010, there's most likely no reason to throw it out. By just installing an up-to-date Linux operating system you can keep using it for years to come.

Installing an operating system may sound difficult, but you don't have to do it alone. With any luck, there are people in your area ready to help!

 

A CryptoRave é um evento anual que reúne, em 24 horas (+ festa a ser divulgada), diversas atividades sobre segurança, criptografia, hacking, anonimato, privacidade e liberdade na rede

A CryptoRave é aberta e gratuita e realizada na cidade de São Paulo, as inscrições serão feitas no local.

Inspirada em uma ação global, descentralizada para disseminar e democratizar o conhecimento e conceitos básicos de criptografia e software livre, o evento teve início em 2014, como reação à divulgação de informações que confirmaram a ação de governos e corporações para manter a população mundial sob vigilância e monitoramento constante. Junte-se a nós!

A programação parece muito boa!

 

This is the first of a two volume Special Issue. Both volumes will have a focus on commoning and property. The essay in this first volume - divided into three main parts, which can be read separately - is based on an inter-disciplinary PhD thesis titled “Property, Commoning and the Politics of Free Software” completed February 2010, by J. Martin Pedersen. Volume 2 will further combine practical insights with theoretical perspectives.

In legal and philosophical terms, property relations are relations between people with regard to things. In this way, the organisation of a commons is encoded in its property rules, which structure its use, access and decision-making rights and responsibilities accordingly. Property, then, is central to debates about commons and commoning: how do commoners relate to each other with regard to a given resource (land, code, rivers, forests, hills, cars) and how is a commons defined vis-a-vis the rest of the world? Questions such as class, gender and other hierarchies, environmental justice, sustainability and spirituality are relevant here. Most of these social dynamics – most of the time, even on the “outside of capital”– turn on property relations: who has access to what (tools, resources, land), when and under what conditions, who gets to decide and how are decisions made?

Often, however, property is juxtaposed to commons – as if commoning was a negation of property. Unfortunately, this view presupposes and consolidates a very narrow understanding of property, where the general is conflated with the particular. Property relations are not only exclusive, private property rights as instantiated within capitalist democracy (that is, a particular conception of property). As a jurisprudential concept, property can be used to understand, analyse, reflect upon and organise social relations with regard to things in any context (this is the general conception of property). The conflation of the general with the particular, which conceals the historical and anthropological fact that property can be and is understood (very) differently, takes on a further dimension in colloquial talk. We have come to accept that property is stuff: things that we own, and that we own exclusively. As a rhetorical device in privatisation arguments it is very powerful because it invokes feelings that are close to home, literally. We say things like “this house is my property”.

Similarly, privatisation arguments in the context of immaterial goods and resources invoke the same passions and feelings: this text or this source code “is the property of Microsoft”. Such a conception of property is not only a conflation, but furthermore hides the complexity of the social relations that property arrangements circumscribe and give rise to.

It is obvious that social, cultural and political practices define any given property regime, hence analytically exploring property relations gives us an insight into the relation between the socio-cultural and the law. It is precisely at this level that commons are created and organised - and through the language of property we can articulate practices of commoning into property protocols (rules and agreements) that can provide stability of the commons on the inside and protection against threats of capital’s enclosure from the outside. Self-determination and autonomy begins by taking the law into your own hands.

The purpose of this Special Issue is to instigate further debate about property, commoning and commons. In this first volume, the Free Software movement, which has autonomously constituted itself by articulating their social values in the GNU General Public License, is presented as an example of a commons, a commoning community, and critically analysed through the lens of property.

Doing so reveals that philosophical and political principles underlying the Free Software and the wider Free Culture movements fail to address the threat of enclosure at the most fundamental level, namely in the material realm. Without confronting ownership of land, its resources, and the means of production, the Free Software and Free Culture movements remain liable to the threat of enclosure.

After all, all immaterial things have a material base (space, energy, labour, resources, distribution) and exclusive control over these material underpinnings is de facto control over the immaterial goods that may spring from their potential.

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